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Orientações

O diabetes pode acometer crianças e adolescentes de maneira abrupta, exigindo cuidados especiais. A falta de tratamento faz cerca de 200 vítimas por dia em todo o mundo e provoca complicações sérias como perda da visão e amputação de membros. Por isso, é importante que os pais fiquem atentos ao surgimento dos principais sintomas, tais como:

 

Aumento da sede: a criança passa a beber muito mais água e continua com sede

Com o aumento da ingestão de água, produz mais urina, daí vai mais ao banheiro

Aumento do apetite

Perda de peso, que ocorre mesmo com a maior ingestão de alimentos

 

 Controle

A maioria das crianças é acometida pelo diabetes tipo 1, uma doença autoimune que exigirá a aplicação de doses de insulina várias vezes ao dia, além da monitorização domiciliar com o exame de ponta de dedo. É muito importante que a escola onde a criança estuda saiba do problema, ajudando os pais no controle do diabetes.

 

Alimentação

A dieta deve ser fracionada em seis refeições com equilíbrio de calorias, proteínas, carboidratos e gorduras, evitando açúcar. Para amenizar um pouco a rigidez do cardápio, siga estas dicas:

 

Nas festas, leve doces sem açúcar para que ela não sofra tanto ao ver as outras crianças comendo. Fale com o médico sobre a possibilidade de administrar insulina de ação ultrarrápida caso haja consumo de doces ou salgados.

 

Mantenha as tentações longe da criança caso ela seja a única com dieta restritiva.

 

Na escola, o lanche deve conter sanduíche natural e sucos dietéticos ou barra de cereal e uma fruta, por exemplo. Evite salgadinhos e frituras. Co

nverse com a diretoria e os professores para que a escola dê o apoio necessário.

 

Atividade física

O portador de diabetes tipo 1 deve fazer atividades físicas regularmente e em horários programados, seja natação, futebol, dança etc. É fundamental monitorar a  glicemia, medindo-a antes e após os exercícios, para ajustar a alimentação e as doses de insulina.

 

Adolescentes

Embora seja uma fase da vida cheia de dúvidas e angústias, o adolescente já tem maior capacidade de discernimento para entender o diabetes. Os cuidados são basicamente os mesmos adotados para as crianças, principalmente em relação à alimentação fora de casa. É preciso também ficar atento ao consumo de bebidas alcoólicas, que geralmente começa nessa fase e pode trazer complicações caso haja abusos. É bom evitar exageros “paternalistas”, procurando tratar a questão de maneira mais adulta e jogando a maior parte da responsabilidade para o adolescente. Dessa maneira, ele se sentirá mais valorizado e confiante para cuidar de si mesmo.


Disfunção erétil

 

Causas

No homem, um dos maiores problemas causados pelo diabetes é a disfunção erétil. Isso acontece porque o diabetes provoca um processo inflamatório nas artérias e arteríolas do corpo. As artérias do pênis, por serem minúsculas, geralmente são as mais acometidas. Para agravar o problema, a disfunção erétil nos portadores de diabetes geralmente envolve problemas endócrinos, cardiovasculares, urológicos e psicológicos.  Estima-se que de 35% a 75 % dos homens com diabetes possam ter disfunção se comparados com outros grupos de estudo.

Em casos de diabetes mal controlado ocorrem, no longo prazo, complicações crônicas como doenças dos nervos e problemas vasculares. Assim, quando o sistema nervoso fica comprometido pela neuropatia diabética, o corpo deixa de receber os estímulos sexuais enviados pelo cérebro através dos nervos.

 

Tratamento

O tempo decorrido após o diagnóstico de diabetes é importante no tratamento, pois é preciso saber quanto o organismo foi comprometido pela doença. Com bom controle do diabetes desde o seu diagnóstico, alimentação planejada e saudável, atividade física regular, redução do peso e uma terapia com insulina ou comprimidos, há grandes chances de reverter o problema. Pacientes que não obtêm bom controle terão dificuldades maiores.

 

Mesmo assim, ainda há os medicamentos orais, que aumentam a circulação sanguínea no pênis. Outro tratamento consiste na aplicação de injeções com vasodilatadores, criando ereção artificial, ou próteses penianas implantadas com cirurgia. Os medicamentos vasodilatadores podem ser usados por portadores de diabetes, exceto em pacientes que já tiveram infarto ou sofrem de angina.

 

 

Diabetes tipo 2 é mais comum em homens

 

Novos estudos indicam que o homem tem mais propensão a desenvolver o diabetes tipo 2  que a mulher. Isso ocorre por causas naturais, como a distribuição de gordura no corpo. Os homens acumulam gordura no fígado e na cintura, enquanto as mulheres têm gordura considerada mais “segura”, subcutânea, nas coxas e quadris. Mesmo com um Índice de Massa Corporal (IMC) menor, essa propensão continua mais elevada em comparação com o sexo feminino. Isso significa que, para desenvolver diabetes, a mulher precisa acumular mais gordura que o homem. O surgimento do diabetes tipo 2 deve-se, inclusive, ao excesso de gordura no fígado e nos músculos. 

Disfunção erétil

 

Causas

No homem, um dos maiores problemas causados pelo diabetes é a disfunção erétil. Isso acontece porque o diabetes provoca um processo inflamatório nas artérias e arteríolas do corpo. As artérias do pênis, por serem minúsculas, geralmente são as mais acometidas. Para agravar o problema, a disfunção erétil nos portadores de diabetes geralmente envolve problemas endócrinos, cardiovasculares, urológicos e psicológicos.  Estima-se que de 35% a 75 % dos homens com diabetes possam ter disfunção se comparados com outros grupos de estudo.

Em casos de diabetes mal controlado ocorrem, no longo prazo, complicações crônicas como doenças dos nervos e problemas vasculares. Assim, quando o sistema nervoso fica comprometido pela neuropatia diabética, o corpo deixa de receber os estímulos sexuais enviados pelo cérebro através dos nervos.

 

Tratamento

O tempo decorrido após o diagnóstico de diabetes é importante no tratamento, pois é preciso saber quanto o organismo foi comprometido pela doença. Com bom controle do diabetes desde o seu diagnóstico, alimentação planejada e saudável, atividade física regular, redução do peso e uma terapia com insulina ou comprimidos, há grandes chances de reverter o problema. Pacientes que não obtêm bom controle terão dificuldades maiores.

 

Mesmo assim, ainda há os medicamentos orais, que aumentam a circulação sanguínea no pênis. Outro tratamento consiste na aplicação de injeções com vasodilatadores, criando ereção artificial, ou próteses penianas implantadas com cirurgia. Os medicamentos vasodilatadores podem ser usados por portadores de diabetes, exceto em pacientes que já tiveram infarto ou sofrem de angina.

 

 

Diabetes tipo 2 é mais comum em homens

 

Novos estudos indicam que o homem tem mais propensão a desenvolver o diabetes tipo 2  que a mulher. Isso ocorre por causas naturais, como a distribuição de gordura no corpo. Os homens acumulam gordura no fígado e na cintura, enquanto as mulheres têm gordura considerada mais “segura”, subcutânea, nas coxas e quadris. Mesmo com um Índice de Massa Corporal (IMC) menor, essa propensão continua mais elevada em comparação com o sexo feminino. Isso significa que, para desenvolver diabetes, a mulher precisa acumular mais gordura que o homem. O surgimento do diabetes tipo 2 deve-se, inclusive, ao excesso de gordura no fígado e nos músculos. 


A incidência de diabetes em idosos vem crescendo com o tempo. Hoje, estima-se que 20% da população com mais de 60 anos seja portadora de diabetes, um número que tende a aumentar 50% nos próximos 20 anos. O quadro se agrava pelas deficiências funcionais associadas ao envelhecimento e ao longo tempo de exposição à doença. Esse agravamento das condições de saúde é conhecido como Síndromes Geriátricas (SG). Entre seus componentes, podemos citar:

 

Maior risco de fraturas, associado à maior tendência a quedas e osteoporose

Incontinência e urgência urinárias

Depressão

Redução da capacidade cognitiva

Desnutrição e perda de peso

Incapacidade funcional para realizar exercícios físicos e atividades diárias

 

Tudo isso causa um estado de fragilidade que torna o idoso mais suscetível à perda de suas capacidades físicas e ao desenvolvimento de outros problemas. Por isso, é importante que o médico faça uma avaliação criteriosa dos componentes das Síndromes Geriátricas, valorizando dados como qualidade de visão, capacidade física, cognição, estado mental e depressão e, assim, inicie um tratamento preventivo baseado em exercícios físicos, nutrição e medicamentos.


O diabetes tem repercussões na sexualidade, na escolha do método contraceptivo e no planejamento de uma gravidez. Além disso, as infecções vaginais frequentes por fungos, o receio de uma hipoglicemia e a falta de contracepção segura são alguns dos responsáveis pela diminuição da libido das mulheres portadoras.

Existem métodos contraceptivos indicados para mulheres portadoras. No caso da gravidez, é necessário o controle metabólico antes da concepção. Leia a seguir algumas informações importantes.


Contracepção 

Além dos métodos não hormonais (como dispositivo intrauterino e o preservativo), os métodos hormonais evoluíram. A pílula pode funcionar numa mulher jovem, que não fume e que não apresente complicações crônicas do diabetes. Outras mulheres podem optar por uma nova pílula e um sistema de implante sem estrogênios. Para saber mais, é importante consultar o ginecologista.

 


Cuidados pré-gravidez

Antes de interromper o uso do contraceptivo, a mulher deve realizar uma consulta antes de engravidar para diagnosticar doenças existentes e que devem ser tratadas, mudar medicamentos de uso regular ou até mesmo para tomar vacina contra rubéola. A consulta também é útil para esclarecer dúvidas e abordar medidas de cuidado geral como deixar de fumar, modificar hábitos alimentares e saber o que mudar na atividade física.

Também é importante obter controle glicêmico rigoroso, com valor inferior a 7%. Assim, diminuem os riscos de aborto espontâneo, malformações fetais e de sofrimento fetal, chegando a um patamar de risco muito próximo ao da população em geral.


A mulher que usa antidiabético oral precisa consultar um endocrinologista para adequar o tratamento de insulina.



Infecções sexualmente transmissíveis

É preciso fazer exames para detectar infecções como sífilis, gonorreia, tricomoníase, hepatite B, herpes, clamídia e também vírus do HPV e HIV (Aids). Os indivíduos com diabetes não têm aumento de risco dessas infecções, mas, algumas dessas alterações podem causar infertilidade a longo prazo, resultado de uma problema que passou despercebido ou não foi corretamente tratado.


Neoplasias ginecológicas

O câncer de mama afeta mais as mulheres a partir dos 40-50 anos e pode ser detectado precocemente por meio do autoexame e mamografias regulares. Já o câncer de colo de útero é mais comum em mulheres mais jovens. Para que haja detecção precoce e tratamento, é preciso fazer exames de Papanicolau com frequência.  Em resumo, a mulher sexualmente ativa não pode descuidar dos aspectos ginecológicos, fazendo exames e consultas periodicamente.

 

 

Diabetes gestacional

 

É o tipo de diabetes que se inicia ou é diagnosticado durante a gestação. Ocorre porque os hormônios da gravidez impedem que a insulina cumpra sua função, aumentando os níveis de glicose no sangue. Com isso, o bebê ganha mais peso.

 

O diabetes gestacional é mais comum nos seguintes casos:

 

- idade acima de 25 anos ao engravidar

- histórico familiar de diabetes

- bebê com mais de quatro quilos ou alguma deficiência

- se houver glicose na urina em exames de pré-natal

- hipertensão

- liquido amniótico em excesso

- se houve aborto espontâneo sem causa determinada ou feto natimorto

- se estava acima do peso antes da gravidez

 

 

Exames

 

O diabetes gestacional geralmente começa durante a gravidez. Para preveni-lo, é preciso fazer um teste oral de tolerância à glicose entre a 24ª e a 28ª semana de gestação. Mulheres com um ou mais dos fatores de risco mencionados devem fazer o teste ainda antes. Quando o diagnóstico é positivo, é importante testar o nível de glicose em casa com frequência.

 

 

Infecção vaginal

 

Mulheres com diabetes mal controlado podem apresentar quadros de vaginites por candidíase, caracterizada por corrimento branco com aspecto de leite coalhado provocado pela bactéria Candida Albicans, que causa irritação, coceira e dor. O problema pode ser mais frequente devido à glicosúria (eliminação de açúcar na urina).

 

 

Terapias

Existem terapias ministradas por psicólogos e sexólogos que ajudam a mulher a recuperar a sensibilidade e resgatar a autoestima, treinando-a a manipular o seu órgão genital para reconhecer as áreas erógenas de seu corpo. A ajuda do parceiro é imprescindível para superar essa condição.

 

 

Reposição hormonal 

O mercado oferece hormônios femininos em forma de gel para aplicação na pele, sem contraindicações. Ainda assim, a reposição hormonal em portadoras de diabetes só deve ser adotada com o acompanhamento de um especialista. 

 


O diabetes tipo 1 costuma aparecer na infância, daí a necessidade de aprender a lidar com o problema desde cedo para levar uma vida saudável. Inicialmente, é preciso se acostumar com o novo estilo de vida que, aos poucos, se tornará rotina. Confira a seguir alguns procedimentos importantes.

 

 

Identificando o diabetes

Os principais sintomas são:

  • sede excessiva
  • aumento da urina
  • fome excessiva
  • emagrecimento

 

Além destes, podem ocorrer:

  • dor abdominal
  • fraqueza nas pernas
  • cansaço
  • visão turva

 

 

Lidando com o problema

É preciso conversar com a criança e procurar explicar, na medida do possível, o que está acontecendo com ela. Se for muito jovem, com três anos ou menos, ela nem se lembrará do “antes” e sua vida será pautada por esses cuidados diferenciados.  Hoje, a tendência é procurar ensinar a criança a lidar com o diabetes de maneira divertida. Existem programas de computador, jogos eletrônicos e sites na internet que ajudam os pequenos a entrar na nova rotina.

 

 

O controle é fundamental

Crianças que mantêm bom controle do diabetes terão vida adulta mais saudável. Nos primeiros dez ou quinze anos da doença, as complicações não surgem com muita intensidade. Mas, caso esse controle não tenha sido feito da maneira adequada, problemas mais sérios podem surgir após esse período. Felizmente, hoje há insulinas de alta qualidade, agulhas e instrumentos de aplicação sofisticados e monitores miniaturizados, que necessitam de  quantidade mínima de sangue para o teste.

 

 

A alimentação e exercícios

Para o correto controle do diabetes, a alimentação deve ser balanceada, saudável e natural. Saladas, arroz, feijão frutas, tudo com moderação. O maior cuidado é com os doces, pois o açúcar tem absorção rápida e é prejudicial à saúde. Para ajudar, toda a família pode seguir essa dieta, ajudando na educação alimentar da criança. Já a prática de esportes auxilia muito no tratamento, desde que haja o cuidado de monitorar a glicemia antes e após a atividade física.

 

 

Aspectos psicológicos

A criança deve ser educada como qualquer outra, evitando o sentimento de pena. Não deve ter nenhum privilégio ou regalia porque toma insulina, sem trocas ou recompensas. Desde cedo a criança tem que ter em mente que também é responsável pela própria saúde. É preciso que os pais tenham muita disciplina para não criar o filho portador de diabetes de maneira diferente dos outros irmãos.


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Última atualização: 15/03/2016
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